Administradores Indaiatuba, São Paulo
(19) 3243-0077
Campinas, São Paulo
(11) 4432-1949
Santo André, São Paulo
(12) 3913-2844
São José dos Campos, São Paulo
(11) 4401-1980
Santo André, São Paulo
(11) 2468-8976
Guarulhos, São Paulo
(19) 3233-6890
Campinas, São Paulo
(19) 3252-0564
Campinas, São Paulo
(11) 4178-5041
São Bernardo do Campo, São Paulo
(11) 5581-3087
São Paulo, São Paulo
(15) 3232-9749
Sorocaba, São Paulo
Administradores
pensamento estratégico: conselho de administração;
estabelecimento de objetivos: diretorias;
fixação de metas: corpo gerencial;
execução de táticas e planos operacionais: supervisores.
Percebe-se facilmente que numa empresa de médio porte estas ações estão mais compactadas, quando não embaralhadas e não muito claros os papéis de cada um na empresa..
Começando por definir o papel de cada um, convém às diretorias das empresas de médio porte fixar objetivos e metas, enquanto que os gerentes se dedicam às táticas e planos operacionais. Aos supervisores cabe "botar a coisa" para funcionar, controlando e cobrando.
Quanto ao pensamento estratégico, dependerá mais da visão de algum dirigente, que criará uma empresa à parte, e na maioria das vezes deixando o atual negócio.
Mas uma coisa é certa: nenhuma empresa pode abrir mão de ter objetivos, metas, táticas e planos operacionais. A falta deles é causa de freqüentes demissões, muita luta interna e infindáveis reuniões para encontrar justificativas para o fracasso. São comuns casos de infarto no ambiente de trabalho, se bem que alguns se acostumam com esta instabilidade, pois vivem a criticar quaisquer propostas ou planos, sempre dizendo que não vai dar certo, que todo mundo está louco.
E se, por qualquer motivo a coisa der certo, afirma que foi sorte, foi a alta (ou baixa) do dólar, foi a crise na Europa, muita ou pouca chuva, etc. Sobrevivem aqueles que passam feito tratores sobre tudo e todos.
Treinamento é o começo para se alcançar a eficácia empresarial.
Em muitas empresas há diferenças quilométricas de desempenho entre os diversos gestores, mostrando que não é só trabalhar 16 horas por dia, com muita garra, vestindo a camisa e aceitando desafios que alcançarão os resultados esperados.
É bom que se diga que às vezes tais resultados são alcançados, mas a um custo elevadíssimo, só descoberto na hora do balanço financeiro.
Esta constatação indica um diagnóstico da possível doença: há diferenças de conhecimento e habilidades, que devem ser equalizadas com treinamento, pois só assim se podem analisar melhor as discrepâncias de desempenho.
Um treinamento inicial deve abordar temas como: a empresa só existe para atender a uma ou mais necessidades dos clientes; todos os gestores devem se preocupar com custos, qualidade, inovação, relacionamento humano, e liderar pelo exemplo; como analisar problemas, sugerir, implantar, avaliar e validar a solução; como trabalhar em equipe, delegando tarefas e administrando seu tempo.
Um treinamento ajuda muito, mas por si só não resolve, pois mudar posturas vai muito além. É necessário acompanhar a aplicação dos conhecimentos trazidos pelo treinamento. Mudar dói, principalmente para aquele que se acostumou a apresentar desculpas ao invés de bons resultados.
Vej...

