Curso de Atendimento ao Consumidor Florianópolis, Santa Catarina
Encontre Curso de Atendimento ao Consumidor em Florianópolis. Aproveite para saber mais sobre o assunto lendo nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre o mesmo.
Centro de Formacao de Condutores Litoral Ltda Me
(48) 3223-8004
(48) 3223-8004
r Bittencourt,Gal, 603, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis, Santa Catarina
Centro de Formação de Condutores Touring
(48) 3028-1909
(48) 3028-1909
r Jerônimo Coelho, 345, sl 107, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis, Santa Catarina
Auto Escola Condessa
(48) 3226-0356
(48) 3226-0356
r Jorge Lacerda, 2207, Sl 2, Costeira Do Pirajubaé
Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis, Santa Catarina
Centro de Formacao de Condutores Aprendiz Ltda
(48) 3248-6466
(48) 3248-6466
r Heitor Blum,Dr, 573, Estreito
Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis, Santa Catarina
Auto Escola Florianópolis
(48) 3222-5859
(48) 3222-5859
r 7 de Setembro, 186, S 201, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis, Santa Catarina
Auto Escola Brinhosa
(48) 3244-2322
(48) 3244-2322
r Antônio Mattos Áreas, 180, Balneário
Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis, Santa Catarina
Auto Moto Escola Brinhosa
(48) 3241-0313
(48) 3241-0313
r Ten Silveira, 200, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
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Centro de Formacao de Condutores Nova Geracao Ltda Me
(48) 3222-3331
(48) 3222-3331
r Tiradentes, 240, Ed Topazio Lj 2, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis, Santa Catarina
Auto Escola Continente
(48) 3025-7859
(48) 3025-7859
r Ten Silveira, 456, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis, Santa Catarina
Centro de Formacao de Condutores Desterro Ltda Me
(48) 3224-0786
(48) 3224-0786
av Hercílio Luz, 599, Lj 4, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis, Santa Catarina
Curso de Atendimento ao Consumidor
Um dos objetivos mais perseguidos por empresas de todos os segmentos e portes é a busca pela fidelização de seus clientes, como conseqüência de políticas e práticas voltadas à satisfação de clientes atuais e à conquista de novos clientes.
Sabemos que alcançá-la envolve muitos fatores, desde qualidade do produto e sua distribuição, passando pelo suporte técnico, evolução do produto e bom serviço de atendimento.
Entretanto, nunca antes se manteve ou se ganhou e perdeu tantos clientes em função do atendimento como nos dias de hoje.
Estamos falando do contato do consumidor com funcionário ou com o agente da central de atendimento que fala em nome da empresa. Este último é o que mais gera demanda e, também, requer cuidados.
Em contrapartida, pode se tornar o responsável pela simpatia mais duradoura e pela imagem de eficiência de uma companhia.
Ora, quando há algum problema ou dúvida, os consumidores buscam o contato humano, especialmente por telefone.
Querem falar com alguém que possa, além de ouvir suas queixas, dar-lhes uma solução rápida.
Assim, é no atendimento que se causa a primeira impressão, boa ou má. Por isso, as empresas prestadoras de serviços de call center, cujos objetivos são ampliar e manter a base instalada de seus clientes (que confiaram o atendimento de seus consumidores a elas), ou companhias que montaram centrais próprias precisam conciliar eficácia tecnológica e equipe de profissionais bem treinados e competentes.
Equacionar estas duas variáveis permite, por um lado, otimizar os recursos disponíveis; reduzir custos e, conseqüentemente, garantir a competitividade e, por outro, resolver rapidamente os problemas dos clientes; dar respostas no tempo que estes precisam e, assim, fidelizá-los.
Neste contexto, existem soluções capazes de gerenciar todo o call center. Hoje, a tecnologia consegue administrar tempo de espera por contato, folgas, pausas, tempo de atendimento, fila, entre outros indicadores que podem interferir na operação.
Pode, ainda, deter todo o histórico de contato com o cliente, segmentá-los por perfil, treinar os agentes e otimizar os contatos em campanhas ativas e receptivas.
Resultado, evita gargalos e contingências desnecessárias. Além disso, evita, ainda, a sobrecarga e o estresse dos agentes, além de, obviamente, agilizar e otimizar o atendimento.
Outra tendência em curso para muitas centrais é a adoção da distribuição de chamadas no call center via VoIP, que vem sendo muito observada em sua forma híbrida, ou seja, integrando-se à rede pública de telefonia através de links E1/TDM enquanto ainda não temos um processo claro e efetivo de entrega pelas operadoras fixas.
Além disso, o bom atendimento está intrinsecamente ligado ao treinamento constante dos agentes, que atualmente conta com recursos tecnológicos capazes de capturar e reproduzir situações reais.
Os sistemas de feedback auditivo são muito eficientes para o aprimoramento continuado dos profissionais de call center.
...
Sabemos que alcançá-la envolve muitos fatores, desde qualidade do produto e sua distribuição, passando pelo suporte técnico, evolução do produto e bom serviço de atendimento.
Entretanto, nunca antes se manteve ou se ganhou e perdeu tantos clientes em função do atendimento como nos dias de hoje.
Estamos falando do contato do consumidor com funcionário ou com o agente da central de atendimento que fala em nome da empresa. Este último é o que mais gera demanda e, também, requer cuidados.
Em contrapartida, pode se tornar o responsável pela simpatia mais duradoura e pela imagem de eficiência de uma companhia.
Ora, quando há algum problema ou dúvida, os consumidores buscam o contato humano, especialmente por telefone.
Querem falar com alguém que possa, além de ouvir suas queixas, dar-lhes uma solução rápida.
Assim, é no atendimento que se causa a primeira impressão, boa ou má. Por isso, as empresas prestadoras de serviços de call center, cujos objetivos são ampliar e manter a base instalada de seus clientes (que confiaram o atendimento de seus consumidores a elas), ou companhias que montaram centrais próprias precisam conciliar eficácia tecnológica e equipe de profissionais bem treinados e competentes.
Equacionar estas duas variáveis permite, por um lado, otimizar os recursos disponíveis; reduzir custos e, conseqüentemente, garantir a competitividade e, por outro, resolver rapidamente os problemas dos clientes; dar respostas no tempo que estes precisam e, assim, fidelizá-los.
Neste contexto, existem soluções capazes de gerenciar todo o call center. Hoje, a tecnologia consegue administrar tempo de espera por contato, folgas, pausas, tempo de atendimento, fila, entre outros indicadores que podem interferir na operação.
Pode, ainda, deter todo o histórico de contato com o cliente, segmentá-los por perfil, treinar os agentes e otimizar os contatos em campanhas ativas e receptivas.
Resultado, evita gargalos e contingências desnecessárias. Além disso, evita, ainda, a sobrecarga e o estresse dos agentes, além de, obviamente, agilizar e otimizar o atendimento.
Outra tendência em curso para muitas centrais é a adoção da distribuição de chamadas no call center via VoIP, que vem sendo muito observada em sua forma híbrida, ou seja, integrando-se à rede pública de telefonia através de links E1/TDM enquanto ainda não temos um processo claro e efetivo de entrega pelas operadoras fixas.
Além disso, o bom atendimento está intrinsecamente ligado ao treinamento constante dos agentes, que atualmente conta com recursos tecnológicos capazes de capturar e reproduzir situações reais.
Os sistemas de feedback auditivo são muito eficientes para o aprimoramento continuado dos profissionais de call center.
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