Curso de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas Porto Velho, Rondônia
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Curso de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas
Nada sei sobre os consultores/instrutores e suas empresas nestes casos citados a seguir, pois meu objetivo não é apontar erros deste ou daquele. Nem tampouco é dizer que eu faria melhor.
Neste artigo questiono os contratantes e contratados de cursos, palestras e afins, sobre como os conteúdos são colocados em prática pelos treinandos, pois na maioria das vezes trazem no mínimo um resultado insatisfatório.
Há poucos dias fui a uma unidade de uma grande rede de drogarias para comprar um simples antiácido. E comecei a me encantar com o sorriso e cortesia com que fui recebido, pois transpareciam naturalidade. Logo senti certa inveja de quem os treinou, pois alcançou o objetivo de fazer o atendente receber o cliente com a atenção devida e na medida certa.
Também me senti confortável pela quantidade de opções de marcas e sabores colocados à minha disposição. Minha inveja aumentou.
Quando decidi por uma marca, fiquei surpreso quando me foi oferecida uma embalagem com uma ou duas dúzias, sei lá! Tinha começado o procedimento de "empurreterapia", ou seja, vamos entupir o cliente com quantidades que não precisa. Até cheguei a falar que não era bêbado, nem hipocondríaco para tomar tanto remédio assim. Ao meu lado, outro cliente também reclamava da postura excessivamente agressiva de seu atendente, pois comprava um remédio para seu filho, ainda bebê.
Liguei minhas antenas, pois tal postura era fruto de um treinamento com excelente conteúdo de vendas, porém inadequado ao negócio do cliente!
No caixa, de novo ofertas e mais ofertas foram oferecidas, o que confirmou meu diagnóstico acima. Eu já não invejava mais ninguém e senti pena do contratante por ter gasto dinheiro sem causar o devido retorno. Ou pior, causando um retorno negativo em sua imagem. O outro cliente estava irritado achando que num segmento ético como a venda de remédios, não caberia tamanha agressividade em vendas. Acho que caberia, no máximo, uma venda cruzada do tipo: comprou remédio para diabetes, que tal um adoçante dietético?
Como educador corporativo, saí chateado, concluindo que deram um excelente curso não apropriado para o tipo de negócio. De quem é a culpa? Do contratante que só olhou conteúdo e do contratado que não adaptou seu curso ao negócio do cliente. É o que dá contratar pacotes de certas celebridades, que não têm tempo de fazer os devidos ajustes (ou custa muito caro).
E isto não é caso único.
Na empresa líder do segmento de supermercados, salta aos olhos mais uma péssima aplicação de um bom conteúdo. Penso que a idéia era dar boas vindas igual a drogaria e ao mesmo tempo medir a satisfação dos clientes quando acessam os caixas. Nest...

