ISSN: 1678-4006

Empresas de Prestação de Serviços Governador Valadares, Minas Gerais

Encontre Empresas de Prestação de Serviços em Governador Valadares. Aproveite para saber mais sobre o assunto lendo nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre o mesmo.

CONTAR CONTABILIDADE
(31) 3826-0706
AVE ESPERANÇA 975 LJ 06 BAIRRO ESPERANÇA
IPATINGA, Minas Gerais
 
Hs Contabilidade Ltda
(34) 3224-4684
r Caxias,Dq, 504, Sl 5, Centro
Uberlandia, Minas Gerais

Dados Divulgados por
Atenas Contabilidade Ltda
(31) 3391-1323
av Pedro Olímpio da Fonseca, 208, An 1, Sta Cruz Indl
Contagem, Minas Gerais

Dados Divulgados por
Cema Contabil Ltda.
(34) 3229-0392
r Antônio Fortunato da Silva, 965, Sta Mônica
Uberlandia, Minas Gerais

Dados Divulgados por
Castilho Contabilidade e Assessoria Ltda
(32) 3215-0080
r Halfeld, 651, 1205, Centro
Juiz de Fora, Minas Gerais

Dados Divulgados por
Versátil Contabilidade
(34) 3313-0195
Rua Tobias Rosa,391
Uberaba, Minas Gerais
 
C.C.A.R. CONTABILIDADE CONSULT. ACIZIO ROSA
(31) 3491-5733
AV DR CRISTIANO GUIMARAES 2005- SALA 04/D
BELO HORIZONTE, Minas Gerais
 
Admicon Contabilidade Ltda
(31) 3241-5443
r Ceará, 195, Sl 1208, Sta Efigênia
Belo Horizonte, Minas Gerais

Dados Divulgados por
Controller Contabilidade Ltda.
(34) 3084-4891
av Rio Branco, 581, Centro
Uberlandia, Minas Gerais

Dados Divulgados por
Escritório Contábil Fiscal Santo Antônio Ltda
(31) 3361-2120
r Sandoval de Azevedo, 2616, Ap 1, Jd Industrial
Contagem, Minas Gerais

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Empresas de Prestação de Serviços

Fornecido por: 

Até meados da década de 70, a ênfase toda do marketing era dada aos produtos, pois vivíamos a fase do produzir - divulgar - vender. Aos vendedores, eram ensinadas as técnicas para expor os benefícios que os produtos trariam aos clientes. Dizia-se que para o produto, vendia-se seu passado (a reputação do fabricante, valor de revenda, relação de clientes que o adquiriram, etc.).

Devido aos eficientes programas de qualidade total no início dos anos 80 os produtos começaram a ser iguais, diferenciando-se pela prestação de serviços. Desde então os clientes afirmam que não basta o produto funcionar bem (pois esta é sua obrigação, exigem, com muita razão!); na verdade os clientes querem ter experiências agradáveis e exigem ser surpreendidos. Isto precipitou o surgimento de inúmeras formas de "serviços pós venda", cuja maioria até hoje são prestados pelo telefone.

No entanto, poucos ainda perceberam a mudança de foco ocorrida, passando dos "benefícios" para "experiências". Muitos acreditam que as pessoas ainda estão adquirindo produtos ao invés dos serviços a ele agregados. E então que vemos: enxurrada de reclamações aos órgãos de defesa dos consumidores pelo mau atendimento nos SAC e callcenter das empresas.

As atividades de marketing continuam a instigar nossas expectativas, muitas vezes elevando ao grau máximo o desejo de possuir aquele bem. Porém, os serviços é que contam e aí a coisa vai mal. E o que acontece? Aquele produto, uma "brastemp" a tanto custo adquirido, na hora dos serviços (postura do vendedor na loja; entrega; assistência técnica; SAC; e outros) não é bem o que esperava... é o que se ouve o tempo todo.

Desta forma, vale dizer: esqueça o produto; o que conta são os serviços agregados a ele. E então, na nova regra do jogo comercial, o poder muda de mão.

Para o produto você define claramente o que ele é, cores disponíveis, limites de peso, de voltagem, etc. etc. Quanto aos serviços, são impensáveis as improváveis possibilidades de satisfazer os clientes, uma vez que não acreditam que regras e, procedimentos foram feitos para eles, pois julgam serem exceção e que cabe ao prestador do serviço (vendedor, atendente do callcenter, técnico da assistência técnica, por ex.) resolver a questão a seu favor (dele o cliente) e de preferência sem ônus.

Num recente seminário, especialistas chegaram a afirmar sobre o comportamento abusivo dos clientes, quando se trata de prestação dos serviços. Já vivenciei questões deste tipo , como numa seguradora em que um de seus clientes, cuja Ferrari estava parada à beira da estrada que vai para o Guarujá, ligava a cada minuto exigindo o guincho e destratando os atendentes dizendo que estava passando por suprema humilhação, pois até "esta gentinha" em fusquinhas lhe dirigiam gracejos.

Vejam que mudança. Não reclamou do "defeito" do produto e sim das experiências dos serviços que foram junto com ele!

E o que fazer? Recicle sua área de marketing, focando seus serviços nas ne...

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